CronoCast #18 – FEB

Fala galera! CronoCast #18 no ar! Hoje, Christian Focking, Filipe Arantes e Alfredo de Oliveira Jr. conversam sobre a Força Expedicionária Brasileira!

Acompanhe o desenrolar dos fatos que levaram à declaração de guerra do Brasil, a aproximação norte-americana com o Estado Novo de Vargas, o esforço para a formação da FEB, as principais batalhas e a “cobra fumando” na Itália, o retorno para casa e o “esquecimento” sofrido pelos pracinhas após a Segunda Guerra Mundial.

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Edição: Aerolitos.com.br

  • João Ricardo

    Ótimo podcast, como sempre.

    Aqui em Itapetininga, interior de SP, a memória da participação brasileira na 2ª guerra é mantida viva, sempre levam os Pracinhas para participar dos eventos no Tiro de Guerra da cidade, nos desfiles de 7 de setembro, nas lembranças da tomada de Monte Castelo, há também um site que conta um pouco da história da participaçao da cidade, temos um livro escrito por um ex-combatente que ainda está vivo, enfim, ainda temos pessoas que tentam manter a história viva.

    http://pec.itapetininga.com.br/page3.htm

    Livro “Diário de um ex-combatente”, autor Vitório Nalesso.

    Vale a pena dar uma olhada.

    Um grande abraço e obrigado por nos nutrir com conteúdos inteligentes, vocês não têm ideia do quanto tem sido enriquecedor para mim, apesar de ser Engenheiro, sempre gostei de história.

    • Equipe Cronologico

      Olá João Ricardo! Muito obrigado pelas palavras e pela audiência! :) Muito bom saber que em Itapetininga a memória dos pracinhas é preservada dessa maneira! Que sirva de exemplo para outros lugares! Um grande abraços! :)

  • Pedro Lima

    Acompanho o Cronocast desde o início e, na minha opinião, esse é o melhor episódio até agora. Sou apaixonado por história e aficionado pelas grandes guerras (contexto histórico, claro).
    É triste que o prestígio e reconhecimento dado aos homens e mulheres que atuaram pelo Brasil na Segunda Guerra seja praticamente nenhum, ainda mais por motivações políticas. Infelizmente, no Brasil, “heróis” são aqueles que fazem uma novela, que cantam qualquer tipo de música, que marcam gols ou que ficam confinados em uma casa sendo transmitidos como animais numa jaula.
    As histórias de vitória e sacrifício verdadeiro, essas sim devem ser valorizadas. Esse foi o preço pago para livrar o mundo de um regime terrível.
    Na cidade onde vivo, Santos, a única menção aos expedicionários é uma praça batizada de “Praça dos Expedicionários”, que fica no cruzamento entre as avenidas Ana Costa x Gal. Francisco Glicério, mas é só de nome mesmo. A praça é pequena, não tem nenhum tipo de monumento (pelo menos não que me recorde) e o destaque da praça é um ponto de táxi.
    Vou deixar aqui algumas fotos que tirei de um mapa oficial que mostra a ação da FEB na Itália. Esse mapa era do avô da minha namorada, que combateu pela FEB na Itália (na época, ele era do contingente da PM de São Paulo, que destacou alguns homens para enviar para o front).
    Seu nome era Vacílio Ganacevich, russo-brasileiro que combateu pela FEB e voltou condecorado da guerra, falecido na década de 90.

    • Christian Focking

      Cara, que beleza!obrigado pela contribuição e interesse, vamos divulgar essas informações. Muito obrigado.

      • Pedro Lima

        Christian, um adendo: na segunda foto há uma mancha escura à direita. Essa mancha é de sangue. E eu esqueci de mencionar, o avô da minha namorada era sargento (inclusive, está escrito a mão “Sgt. Vacilio Ganacevich”).

        • Christian Focking

          Putz, a história torna-se cada vez melhor!(ou pior).Obrigado por partilhar.

  • Eduardo Albuquerque

    Amigos, parabéns pelo lindo programa. Tem uma referência “pop” muito bacana que é a música Smoking Snakes da banda SUECA Sabaton que conta a história dos três brasileiros enterramos pelos alemãs. Segue o link: http://youtu.be/1M7sUCElJK0

    À orquestra do exército brasileiro tocou essa música como forma de agradecer aos headbangers suecos. Tem o vídeo no YouTube tb.

    Abraços!!!

    • Eduardo Albuquerque

      Como tocou The Bard Song no programa sobre Arthur, alguém por aí curte power metal! Rs

      • Equipe Cronologico

        Olá Eduardo! Deu pra perceber, é? 😉 Abraços!

    • Equipe Cronologico

      Olá Eduardo! Muito obrigado pela audiência e pela referência! Já vai virar toque de celular de alguns aqui… 😉 Abraços!

    • Diego Squinello

      Vinha aqui justamente comentar essa música haha

  • http://www.rockmeon.com.br Priscila Guerrero

    OLá! Gostei bastante desse episódio! Acho que tenho algum material fotográfico, de homenagem aos pracinhas, que recolhi em algumas viagens pelo interior. Tentarei procurar nos próximos dias e mandarei a vocês. Lembrei de um grupo no falecido Orkut, sobre a WWII, onde havia uma rapaz que escrevia as histórias do pai dele, Acho que o nome era Eduardo Bozzetto, que serviu como enfermeiro. Era cada história de arrepiar! Especialmente sobre o ‘pé de trincheira’, que era quando seu pé ficava literalmente podre e segundo ele, os brasileiros eram os que menos tinham isso, pq costumavam por palha e jornal dentro das botas e assim evitar a umidade e o frio. Enfim, guerra é algo horroroso mesmo, mas o Cronocast é lindo demais. 😉 Abraços a todos!

    • Equipe Cronologico

      Olá Pri! Muito obrigado pela audiência, elogios e “broncas” 😉 Até na guerra os brasileiros foram capazes de improvisar, né? Se encontrar esse material pode enviar que iremos fazer um post especial com todas as contribuições de nossos ouvintes :) Abraços! :)

  • Chasqueiro

    Olá! Acompanho o CronoCast desde os primórdios, também, mas vim aqui pra contribuir, dizendo que aqui no
    RS, mas precisamente em Panambi, existe um museu privado que preserva um pouco da nossa história militar.

    O site dele é http://museumilitarpanambi.com.br/

    Aqui tem um vídeo sobre ele no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=6fnUivTSwbM

    De resto, muito obrigado por todos os episódios que vocês já gravaram e, por favor, mantenham o podcast no ar por muuuuuito tempo.

    • Equipe Cronologico

      Olá Chasqueiro! Muito obrigado pela audiência e pelas palavras! :) Obrigado pela dica! Abraços!

  • Ives Vaz

    meu pai fala que um amigo de infância do meu vô chegou a ir pra guerra, e essa é a pessoa mais próxima de quem eu já ouvi falar que participou da FEB, é uma pena que não se dê tanto valor a esses soldados ainda mais porque esse cara era do interior, mal deveria saber escrever o próprio nome, vivia num lugar no meio do mato, sem energia elétrica, e ainda sim foi recrutado, o que mostra bem as condições do país e do exército na época (e talvez até hoje)

    • Equipe Cronologico

      Olá Ives! Aos poucos vamos mudando esse descaso que, infelizmente, é ainda presente. Abraços e obrigado pela audiência :)